Devia haver algo. Ela sabia que decisões deveriam ser tomadas para que coisas boas pudessem acontecer e por isso andava perdida em meio a tantos pensamentos e promessas de felicidade. Cobrava muito essa tal felicidade e ela nunca que chegava.
Tinha tanto amor no coração, tanta coisa boa em seu peito para compartilhar. Magias, sonhos e promessas. Como a promessa de ser verdadeira, de não mais se esconder. Confiara em suas próprias palavras e mantinha vivo o desejo de ser ela mesma, que o seu príncipe poderia não a reconhecer se fingisse ser outra. E assim seguia.
Entre conversas, bebidas e sorrisos, conhecera um sapo. Dedicou-se ao papo sem pensar em nada, sem previsões. E foi tudo tão bom. Agora espera o sapo se transformar em príncipe. Só não sabe se o ajuda ou espera.
A bendita espera que a acompanha.

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